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quinta-feira, 14 de junho de 2012

E aí, comeu? :)


Ontem estive na pré-estreia do novo filme do Bruno Mazzeo, ''E aí, comeu?''. Fiquei muito feliz pelo blog ter sido convidado.
Então, vamos lá, vocês devem estar pensando: - Nossa, outro filme nacional cheio de sacanagem...
Aí, eu lhes digo, não! Errou!
Quem vai com a ideia de que irá assistir mais uma comédia romântica clichê, ao se deparar com a história, vê o tamanho do equívoco. O filme fala do amor, mas de forma pouco convencional, justamente por isso, é muito inteligente.
Vi uma entrevista do Mazzeo, dizendo que o filme fala de amor. Verdade. Só que a questão central do filme não está na conquista, está na reconquista, no revés que o sentimento te proporciona.
As personagens de Fernando, Honório e Afonsinho estão redescobrindo o amor. Pois é. Um é separado e precisa seguir em frente, reconstruir seu amor próprio, Honório precisa passar por cima das suas convicções  e dar um gás ao casamento enquanto Afonsinho está preso na mentalidade juvenil de que amor, só existe nos romances, e que na vida real, seu amor pode ser obtido em troca de dinheiro.
A linha de raciocínio desses homens é o medo do novo. Não é necessariamente o machismo. Sair da zona de conforto assusta muito.
E por isso mesmo, é um filme dedicado todos. Para pensar, e rever conceitos. É possível sair da sala de cinema com um vigor novo sobre seu relacionamento.
Ah, também não posso deixar de comentar que, como profissional de Letras, fiquei muito feliz de ver que a  Literatura tem seu espaço. É um casamento perfeito entre o cinema nacional e a Literatura, que precisa de estímulo nas grandes produções. Estão de parabéns.
Termino esse texto com um pensamento muito batido, mas sempre verdadeiro: ''Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas...''

Não posso falar muito, mas espero ter deixado um gostinho de ''quero mais'' em vocês e confiram dia 22/6 a exibição de E aí, comeu? em todo território nacional!
Nota dez!

Beijos!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Rock Brasília (10)


PERFECT! IT'S ALL ABOUT ROCK AND ROLL!!!!!!

O Palhaço (9)


O que dizer deste filme?
É simples, é leve, é gostoso de assistir, tem um humor quase infantil, que só os puros de coração conseguem entender.
Mas ele também consegue ser denso, melancólico, triste.
O filme mostra os artistas fora e dentro de cena, convivendo com todo tipo de dificuldade e contratempo.
O homem que é palhaço dentro do picadeiro, não consegue rir fora dele. Não vou contar a história óbvio, mas a beleza da moral é justamente essa.
Claro que como todo bom filme nacional, ele apresenta alguns clichês... mas sabe como é né?
O filme conseguiu ultrapassar isso e valer o meu ingresso triplamente!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

X man, First Class (10)





Que filme bacana!
Tirando a piriguetice das Mutantes.
Se é mulher, é mutante, é piriguete. Assisti com um amigo meu, e chegamos a conclusão que mutantes não sentem frio, uahauhaua.
Enfim, não tem muito o que falar, diferente dos outros filmes sobre X man, esse foi uma grata surpresa.

Kung Fu Panda 2 (7)




É raro, muito raro, sentir sonolência dentro de cinema. Mas de vez em qd acontece. Nesse dia eu realmente cochilei rapidamente.
Não gostei, apesar de adorar filme infantil, achei esse bobo. Bobo mesmo. Ideal para crianças até 8 anos. No máximo.

Piratas do Caribe 4: Navegando em águas misteriosas (9)


Embora eu ache que tenha sido desnecessário fazer uma continuação de um time vencedor, eu paguei pra ver e não me arrependi. Ótimo filme, quiçá o melhor da franquia, diferente de muitas críticas que já havia ouvido por aí.
Leve, despretensioso, com muita ação e aventura, e sem nenhum romance. Sim, porque tensão sexual e romance são coisas diferentes, né mesmo?
Parabéns para Penélope Cruz, mesmo grávida, arrasou. E Keith Richards como um pirata misterioso? Hahaha! A pequena participação dele foi fundamental.
Muito Bom! =]
Diversão na certa!

Midnight in Paris (7)


Oi gente! Quanto tempo eu não venho aqui... faço uma mea culpa. Confesso que desanimei, mas, cá estou.
Então, vamos ao que interessa. Pra ser extremamente sincera, eu não gostei. O filme a princípio levemente autobiográfico, tem um clima nostálgico que não deixa a história evoluir.
O protagonista Gil ama Paris, como ele mesmo diz: ''Paris na década de 20 na chuva, é linda'', faz várias viagens no tempo, primeiro nos anos 1920, depois faz uma incursão à Belle Epoque, ao Moulin Rouge, enfim, já entenderam né?
Não gostei pelo fato do filme ser arrastado. Mas, assim como Gil, eu tb AMO a França, acho um lugar extremamente especial, e vale o ingresso pela viagem que se faz no tempo, no espaço (dá pra ver Paris sob três pontos de vista: o atual, o antigo e o muito antigo), pelas canções, pela presença luminosa da belíssima primeira dama Carla Bruni, com a atuação sempre ímpar da querida francesinha Marion Cotillard.
Pra quem gosta de arte e literatura, prato cheio, muitas intertextualidades, muitas
citações.
Mas nada disso foi capaz de impedir um soninho básico no cinema. Fazer o que, né?